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Puro Instinto

Mariana Valle

Eu queria ser “Puro Instinto”, mas não sou. Infelizmente, sou muito mais racional do que gostaria, mas, como costumo dizer, escrevo para ser livre e não para ser verdade. Então, quando escrevo, sou sim puro instinto, porque quando escrevo eu sou o que quero e isso é uma das melhores coisas do ato de escrever. Portanto, posso dizer que esse livro é sim a minha cara, tem sim muito do que sou, por dentro, nos meus mais obscuros pensamentos.

Dito isso, posso acrescentar que “Puro Instinto” reúne poemas e prosas poéticas de várias fases: uma confessional, que engloba um período de desamor e separação; outra, de adaptação ao mundo dos solteiros e, uma terceira fase, na qual me encontro agora, a fase em que eu simplesmente me casei com a poesia. Hoje não escrevo mais com o intuito de somente desabafar. Escrevo sobre o que me dá na telha, sobre o que me dá raiva, sobre o que me surpreende. Escrevo porque o som de uma palavra me encantou. Não tem um motivo pré-definido. Escrevo porque gosto de escrever e, geralmente, os melhores poemas são justamente os que nascem assim, sem muito pensar, espontânea e sinceramente, no puro instinto.

O lançamento oficial do e-book aconteceu dia 26 de outubro, no Cine Joia Copacabana!

BIOGRAFIA

Mariana Valle é poeta desde os 12 anos e frequentou o Curso de Escrita Cairo Trindade ainda adolescente. Jornalista, publicitária, roteirista, ama dançar e praticar Yoga.

Atualmente, trabalha como ghostwriter e editora de livros e está organizando seu próximo livro de poemas, a ser lançado em 2020.

Seu perfil de editora está no Instagram.

O eBook Puro Instinto tem 124 páginas e vai liberar seu lado animal.

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Faço minhas as palavras de Mariana Valle – que o leitor encontrará em “Puro Instinto” – para verter em prosa os versos que, onde tocam, viram desejos, e que, sem demora, transformam-se em outra história. E por aí vão, com os títulos aspados das poesias.
Não adianta querer definir onde Mariana Valle vai chegar. É “Puro Instinto”. Interessa a Mariana onde e como estamos, aqui e agora, e não o que seremos lá fora.
Normalmente falando, Mariana Valle seria muito louca tão somente por transcender a razão e transgredir como uma menina que, como mulher, cresce a olhos vistos e acende nosso corpo ao nos deixar atônitos com sua poesia.
Também pudera, sua língua não se cala. Fala quando quer. Porque encharcada de ideias e atitudes. O que fazer se sua língua
não mente? Mariana viaja ao fundo da alma, tecendo novos traços ao tempo em que nos desembaraça, reafirmando que não é um mero lance, nem cobaia: é muito romance!
Na poesia “A Devoradora”, a síntese deslumbrante da antropofagia vem mesclada ao amor vadio dos que não assumem e somem na primeira brecha que houver – tamanho é o preconceito contra quem tem peito de se entregar. Quando ela apenas quer ver no que vai dar. Parece indecente? Volúvel? Uma “Santa Puta”? Não! Mariana tem apenas mania de sentir com o coração inundado de pureza d’alma. Pois, diariamente, ela nasce de novo e se renova.
Em “Ficamos Assim”, a separação sem maiores dramas: fico eu sem você e você sem mim. Curto e grosso. Não precisa de “Reconstituição”. A “Cena do Crime” já foi desfeita. “Carta Fora do Baralho”. Dir-se-ia até obrigado por deixar de me amar. Contudo, onde guardar seu desejo, se não é espólio, herança de algum ex? Se mal ficou em “Ponto-Morto”? Foi-se embora a ilusão. O primeiro dia do resto de sua vida. “Querer amar não é o mesmo que amar”. É nas “Entrelinhas” que se encontra a voz do inconsciente. “Teu olhar” diz tudo o que se quer escutar. Amar pela metade é dose!
Mariana Valle é aquilo que decidiu ser, homenageando a mãe. O “Exorcismo” propriamente dito. Ó insônia maldita, a “Insônia Literária”! “Nunca é Tarde” para se descobrir e partir pra ação. Aqui entre nós em “Fonte de Renda”: poesia dá renda? Tudo na vida é uma questão de “Escolha”.
Mariana escolheu não ser vítima de ninguém e escrever para ser livre. “A Moça do Metrô” não anda em “Panelinhas”. Num mundo de hipocrisia, aparências e superficialidade, ser humano profundo e verdadeiro como Mariana Valle é muito raro. Ao “Somar”, evolui. Toca a quem está perto e parece estar longe.
A poeta do Facebook. Com “Um Clique”, pode mudar toda sua vida e conquistar um “Muso”, um primor de achado que amalgama o uso e o abuso, o ir além do sexo, o prazer na dor ou no amor, a inveja, o valeu! E Deus, naturalmente. Embora perceba o que preferia não ver e venha o “Choro”. Descartando em lágrimas a dor que alucina e dando a volta por cima, ao construir sua fortaleza.
Mariana Valle, a própria emoção, que é uma espécie de “Emulsão”, ao fazer ecoar o seu mantra: “tudo o que me molha, me lembra você”. No fluido e úmido desejo que corre nas veias, que só pode convergir para um “Beijo” de estremecer e lambuzar as pernas, de forma a constatar: “Como é Bom” ser “Dominada”!
Esse azougue, propenso a provocar convulsões poéticas, também roga “A Praga”. No entanto, é na “A Verdadeira Nudez” que ratifica o traço espiritual que já invade sua poesia, quando manifesta ser nua de tudo com a roupa com que veio ao mundo, transbordando um sentimento de “Sem-Teto”. Mas como suplantar a pressão de “Um Homem”, o homem universal, de modo que não a trate como menina, suporte sua agonia e a ame e mais nada?
Moram em Mariana o anjo e o diabo. Leva sua “Brincadeira” a sério. É o “Vulcão” mais transparente de que se tem notícia.
“Puro Instinto” pertence agora aos leitores. Se Mariana Valle tivesse nascido na geração de seus primos Marcos Valle e Paulo
Sérgio Valle ou do padrinho Carlos Alberto Valle Pingarilho, seria bossa nova.

Antonio Carlos Gaio
Escritor

PURO INSTINTO

Vamos ser puro instinto?
Sem ter que falar o que sinto,
não minto.
Vamos apenas sentir.
Agir no íntimo, ínfimo
e infinito espaço que nos cabe.

Meu corpo sabe muito mais
que minha mente,
tão inocente.
Teu sorriso é tudo que preciso.
É o paraíso rir a dois.

E se, depois do sexo, você quiser falar
coisas sem nexo, revelar seus complexos,
te peço: não meça as palavras,
não filtre as mágoas.

Deixe a água jorrar;
não queira definir onde isso vai dar,
analisar o que sinto,
o que somos,
para onde vamos.

Interessa onde e como estamos
quando juntos, aqui e agora
e não o que seremos lá fora,
quando eu for embora.

Não sei de nada, mas pressinto:
é melhor sermos instinto.

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BENEFÍCIOS DE LER E FALAR POESIA

— Favorecer a sexualidade
— Acalmar o espírito
— Relaxar a mente
— Antidepressivo
— Baixar frequência cardíaca
— Estimular atividade cerebral
— Desenvolver a linguagem
— Abrir o canal da criatividade
— Trabalhar o intelecto
— Facilitar a introspecção
— Aumentar a memorabilidade
— Exercitar a catarse
— Tornar-se mais inteligente
— Ter mais fontes de inspiração

Mariana também participa da Antologia Bacana!

“SORRIA, VOCÊ ESTÁ NA BARRA e outras histórias” – NÃO DISPONÍVEL

Mariana Valle, Editora Multifoco.

Luciana é uma mulher que morou a vida inteira em Copacabana, e, ao fazer 30 anos, se casa e se muda para a Barra da Tijuca. Como ela própria diz, “veio com três pés atrás, mas veio”. Chegando lá, demora a se acostumar com a vida no condomínio PQP, com suas babás vestidas de branco, seus bebês e os cachorros. E assim, se passa a vida dessa personagem meio neurótica, que estranha o lugar onde os vizinhos só falam com quem tem filhos e os porteiros têm medo de cumprimentar madames e doutores. Como o episódio em que ela tenta entrar na PQP, digo, no PQP, com seu chevette velho, e é quase barrada pelo porteiro. Luciana também é assombrada pelo fantasma do 207, pelo vizinho sonâmbulo e desvenda um grande mistério: a identidade do assassino do gato preto. Enfim, são episódios verídicos temperados com um pouquinho de ficção e muita ironia. O livro, que tem a quarta capa assinada pelo compositor e escritor Paulo Sérgio Valle, tem também poemas (alguns apaixonados e picantes), contos, crônicas e artigos sobre comportamento, Internet e TV Globo, onde a autora trabalhou durante cinco anos.

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